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C1.1

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Cronologia das atividades na Diocese

Início do Ano Jubilar e a Consagração de Macau ao Imaculado Coração de Maria marcaram o Final de 2024

 

O Bispo, os fiéis e a cidade


A par do Natal, dois momentos da vida da Igreja em Macau marcaram as mais recentes semanas dos fiéis católicos que vivem no Território: a abertura do Jubileu de 2025 e o Te Deum e a Bênção do Santíssimo Sacramento para o Ano Novo 2025.


Enquanto que no Vaticano o Papa Francisco assinalou, no passado dia 24 de Dezembro, o início do Ano Jubilar com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro – ato que se repetiu nas diversas Igrejas da cidade de Roma –, a Diocese de Macau seguiu o exemplo das suas congéneres espalhadas pelo mundo e apenas abriu o Ano Jubilar cinco dias depois.


O Bispo D. Stephen Lee reuniu os fiéis ao início da tarde do dia 29 de Dezembro, na igreja de São Domingos, tendo-os conduzido até à igreja da Sé Catedral, onde presidiu à Missa Dominical.


Uma vez aberto o Ano Jubilar em Macau, os fiéis voltaram a juntar-se ao seu Bispo, desta vez para se despedirem de 2024 e darem as boas-vidas a 2025.


À semelhança dos outros anos e com o propósito de manter a tradição viva, D. Stephen Lee subiu à Ermida da Penha na noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, acompanhado de algumas dezenas de fiéis. Chegados ali, presidiu ao habitual serviço litúrgico pensado para o efeito, em que sempre se inclui a Consagração de Macau ao Imaculado Coração de Maria.


A procissão de caminho à Igreja da Penha
A procissão de caminho à Igreja da Penha
O Bispo de Macau, D. Stephen Lee abençoa todos os fieis de Macau e a Cidade de Macau
O Bispo de Macau, D. Stephen Lee abençoa todos os fieis de Macau e a Cidade de Macau

Fonte de informação: O Clarim, Ano 77, No  33, 10 de Janeiro 2025



Nosso Senhor Bom Jesus Dos Passos: A procissão juntou fiéis da China Continental e de Macau, Hong Kong e Taiwan

Com Jesus em direcção à Glória e Ressurreição


A Cruz de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos voltou, no passado fim-de-semana, a percorrer as ruas de Macau, acompanhada por milhares de pessoas. Juntaram-se peregrinos da China continental, e de Hong Kong e de Taiwan.


O Bispo D. Stephen Lee presidiu, no Domingo, à Procissão do Senhor Bom Jesus dos Passos, manifestação que todos os anos atrai milhares de fiéis a Macau.


Cumprindo uma tradição com mais de três séculos, a Procissão – recria os momentos cruciais da Paixão e Morte de Jesus Cristo – realiza-se sempre no primeiro fim-de-semana da Quaresma e divide-se por dois dias. No sábado, a Procissão da Cruz saiu da Igreja de Santo Agostinho, no início da noite, e transportou a Imagem de Cristo, vergado sob a Cruz, até à Sé Catedral, onde decorreu o Sermão do Horto, em Português.


O vigário paroquial da Sé Catedral para a comunidade de língua portuguesa, Padre Daniel Ribeiro, foi o escolhido para proferir a primeira grande preleção do fim-de-semana. O sacerdote exortou os fiéis a seguir os passos e o exemplo de Cristo, e a abraçar a dimensão redentora do sofrimento: «Um grande pregador italiano, o agora Cardeal D. Raniero Cantalamessa, diz-nos, num dos seus sermões, que a maturidade da fé é louvar a Deus no sofrimento. A maturidade da fé é aqui que está. Em dizer: “Seja feita a tua vontade, mas não a minha”. Queridos irmãos e irmãs, que cada um carregue a sua Cruz, mas que nós, com a mesma maturidade de Jesus, também possamos dizer: “Senhor, afasta de mim esse cálice, mas que seja feita a tua vontade”. Que o Senhor nos ajude a sermos fiéis até ao fim. Que o Senhor nos ajude a perseverarmos e, um dia, a vivermos com Ele na Eternidade».


O Sermão do Horto, lembrou o Padre Daniel em declarações a’O CLARIM, tem uma importância fulcral na sequência dos acontecimentos que levam à crucificação de Jesus Cristo no Calvário e à posterior Ressurreição do Filho de Deus feito Homem. Ao aceitar o sofrimento e a terrível experiência à qual se submeteria, Jesus dá o passo que abre as portas à redenção dos pecados do Homem e à salvação da Humanidade. «O Sermão do Horto é o sermão que Jesus proferiu na noite de Quinta-feira Santa. É um sermão feito num momento de agonia, o momento em que começa efectivamente o sofrimento de Jesus. É neste momento que pede aos Apóstolos para rezarem por Ele. Jesus acaba, depois, por rezar sozinho, e pede ao Pai, por três vezes, para afastar dEle esse cálice, para afastar dEle esse sofrimento. Historicamente, este sermão acontece não na Quaresma, mas no início do Tríduo Pascal, na noite de quinta-feira», explicou o Padre Daniel.


«Na sexta-feira à tarde, ouvimos as últimas palavras de Jesus, que são recordadas no Sermão do Calvário. Quando Jesus cumpre a Via-Sacra, não diz nada, mas antes da crucificação profere aquelas que acabam por ser as suas últimas palavras. Este sermão, o segundo, é feito no final da Procissão de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos, que é um pouco mais longa e na qual são assinaladas algumas das estações da Via-Sacra pela cidade de Macau. E porquê Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos? Porque nos coloca no caminho de Jesus, em direcção à glória, em direcção à Ressureição. Jesus passa pela agonia do Horto das Oliveiras, e depois pela agonia do Calvário. Estes dois sermões mostram momentos de sofrimento muito intensos, pelo quais Jesus passou, tanto no Horto, como no Calvário», acrescentou o Padre Daniel.


Fé Sem

Fronteiras


Em Macau, a devoção a Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos é secular e arrasta multidões. A Procissão da Cruz, no sábado, e do Senhor Bom Jesus dos Passos, no Domingo, encontram-se entre as mais concorridas manifestações de fé vividas no Território. Carlos Anok Cabral, Presidente da Mesa Diretora da Confraria do Senhor Bom Jesus dos Passos, referiu que este ano a adesão a ambas as procissões superou as melhores expectativas. O dirigente considera que a Procissão do Senhor Bom Jesus dos Passos tem uma projecção cada vez maior fora das fronteiras da RAEM. «O número de participantes ultrapassou as nossas estimativas e superou o número de pessoas que participaram na Procissão no ano passado. Houve muito mais pessoas a participar este ano e este aumento é notório, até no número de funcionários que a Polícia de Segurança Pública e a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego colocaram nas ruas» revelou Carlos Cabral a’O CLARIM. «Tirando um pequeno incidente com o sistema de som, logo no início da Procissão, este ano correu tudo muito bem, com a colaboração da PSP, dos Serviços de Tráfego e das paróquias. As paróquias da diocese de Macau também convocaram os seus paroquianos e enviaram acólitos para ajudar durante a Procissão. Contámos também com o contributo de uma das paróquias de Hong Kong, que enviou os seus acólitos para participar em conjunto connosco. Foi para nós uma enorme honra recebê-los», disse.


Para além de fiéis de Hong Kong, a Procissão do Senhor Bom Jesus dos Passos trouxe a Macau fiéis de toda a Nação Chinesa, sendo que o maior contingente de peregrinos chegou do outro lado do Delta do Rio das Pérolas. «Reparámos que este ano houve mais fiéis, não só locais mas também provenientes da China Continental. Acolhemos três grupos que vieram de uma das paróquias de Hong Kong. Um dos grupos integrava mais de cem pessoas. Já quanto aos outros dois grupos, um contava com mais de trinta fiéis e o outro com mais de vinte. Vários pequenos grupos vieram da China Continental e houve grupos que vieram de Taiwan», concluiu Carlos Anok Cabral.



A procissão do Senhor Bom Jesus dos Passos na Igreja da Sé




















Fonte de informação: O Clarim, Ano 77, No  41, 14 de Março 2025



O Clero de Macau celebrou Liturgia como Preparação para o Jubileu dos Sacerdotes

“Com Pedro e Paulo seguindo o Mestre”


O Jubileu dos Sacerdotes vai ser celebrado entre 25 e 27 de Junho, no âmbito do Jubileu da Esperança – Ano Santo de 2025.


Com vista à sua participação no evento, o Clero da Diocese de Macau reuniu-se, no passado dia 2 de Março, para a celebração litúrgica em preparação para o Jubileu dos Sacerdotes. O exercício coincidiu com a recoleção (retiro espiritual de curta duração) que o Clero local realiza habitualmente todos os meses.


A preparação jubilar não foi apenas uma celebração, mas uma oportunidade vital para o Clero refletir e caminhar junto no corrente ano jubilar. Durante o encontro, foi sublinhada a importância do Sacerdócio e da missão de promover uma comunidade de uma fé vibrante.


O guia “Com Pedro e Paulo seguindo o Mestre – Caminho de oração em preparação para o Jubileu” propõe “um caminho celebrativo composto por quatro momentos, ou etapas, no seguimento do Mestre, acompanhados pelos apóstolos Pedro e Paulo”. De que modo? “Seguindo as pegadas deixadas pela vida destes homens extraordinários, que são as ‘colunas da Igreja’; à luz do Magistério, vamos percorrer a vocação, a profissão de fé, as provas e a vida de testemunho que constituem a vida de cada homem chamado ao ministério presbiteral” (página 3).


A celebração foi simples, mas o momento tocou e vibrou em cada um dos clérigos presentes. A liturgia, organizada pelo Padre Bosco Chan, teve como objectivo ligar os corações do Clero por meio da oração, da comunhão e da reflexão. As leituras os religaram às raízes espirituais, recorrendo à força da sua vocação e das comunidades que servem. Estes momentos de oração são essenciais para reforçar o seu empenho para com a Igreja e a sua missão.


Os referidos quatro momentos, ou etapas, centram-se nas pegadas dos apóstolos Pedro e Paulo – homens extraordinários, as “colunas da Igreja”, que à luz do magistério personificam quatro conceitos-chave: vocação, profissão de fé, tempos de provação e vida de testemunho. Etapas que se encontram na vida de cada homem chamado ao Sacerdócio.


O Jubileu dos Sacerdotes promete ser um acontecimento transformador para todos os sacerdotes: “O caminho de oração aqui proposto para a celebração do nosso Jubileu sacerdotal – por ocasião da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, em Junho de 2025 –, pretende ser uma oportunidade para voltar ao princípio e ao fundamento do que somos para o Senhor e, com Ele, para o povo de Deus ao qual somos enviados” (idem, página 3).


Na breve reflexão que partilhou no final do encontro, D. Stephen Lee convidou o Clero a participar no Jubileu dos Sacerdotes, dado tratar-se – no entender do Prelado – de uma ocasião significativa em que também se irá rezar por mais vocações para a Diocese de Macau. «Juntos, podemos refletir sobre o papel vital do Sacerdócio e renovar o nosso compromisso de promover uma comunidade de fé vibrante e solidária», disse.



Os Sacerdotes da Sé a tomarem parte na Liturgia do Ano do Jubileu

Fonte de informação: O Clarim, Ano 77, No  45, 11 de Abril 2025



Católicos de Macau preparam-se para a celebração do Mistério Pascal


Sacrifício, a chave para uma nova vida em Cristo


Época de renovação por excelência, a Páscoa é também um período de introspecção, reflexão e penitência. Para os católicos de Macau ouvidos pel’O CLARIM, é o momento de encarar, com entrega e humildade, a dimensão sacrificial da mensagem de Jesus Cristo, Filho de Deus feito Homem.


É o mais central dos elementos na celebração da Páscoa cristã. Os católicos de todo o mundo comemoram este fim-de-semana o sacrifício a que Jesus Cristo se submeteu com o propósito de redimir os pecados cometidos pelo Homem e salvar a Humanidade. Por meio da Paixão, da Morte e da Ressurreição do Filho de Deus feito Homem, a Humanidade ganhou uma segunda vida, mas a dimensão sacrificial da mensagem de Cristo só se cumpre, em toda a sua plenitude, através do sacrifício pessoal. Esta é a perceção dos católicos ouvidos nos últimos dias pel’O CLARIM.

Para eles, a vivência plena do Mistério Pascal só se torna possível pela prática de diferentes formas de jejum, de sacrifício e de penitência. A Páscoa é um período propício à introspeção, à reflexão e à valorização da relação que cada um mantém com Deus e com os outros.


Práticas como a abstinência e o jejum, a caridade ou a participação em liturgias específicas, são recomendadas pela Igreja Católica durante o período da Quaresma, mas Orlando Dias procura acrescentar uma dimensão extraordinária de sacrifício pessoal ao modo como se prepara para o mistério da Morte, Paixão e Ressurreição de Jesus Cristo. «A Páscoa é um período de reflexão, contemplação e penitência. Aproveitamos sempre este período da Quaresma para fazer mais: meditamos mais nos nossos defeitos, na forma como refletimos com Deus e, principalmente, na Paixão de Cristo. Nesta altura, rezamos mais; é o período em que vivemos o programa mais intenso da nossa vida cristã, mesmo na forma como nos relacionamos com a Igreja», assume o dirigente do Movimento de Adoração Eucarística Perpétua, em declarações ao nosso jornal. «Fazemos tudo com mais intensidade. Pedimos com mais frequência perdão a Nosso Senhor. Pessoalmente, procuro ter uma maior atenção à caridade nesta altura, não só através da esmola, mas também através de outros gestos, como visitas a lares de idosos ou a dispensa de uma atenção mais particular aos mais necessitados», acrescenta Orlando Dias.


Na caminhada de preparação para a Páscoa, a Igreja Católica recomenda moderação aos fiéis, com uma atenção particular à ingestão de alimentos e à limitação do número de refeições. Práticas de autodisciplina com foco penitencial, o jejum e a abstinência são, em casa de Orlando Dias, um hábito comum ao longo de todo o ano. Durante a Quaresma, o responsável encara a ideia de sacrifício com uma dimensão mais pessoal, ao procurar limitar o uso que faz da Internet. «No que diz respeito ao jejum e à abstinência, é uma prática que procuro cumprir durante todo o ano, às sextas-feiras. No período da Quaresma, esta prática fica ainda mais intensa», revela. «Para além do jejum e da abstinência, procuro também abster-me de alguns divertimentos. Navego menos na Internet, por exemplo. Jogo menos jogos. Em relação à Internet há sempre duas vias pelas quais podemos enveredar: a pesquisa de dados, para preparar alguma tarefa, ou o uso da Internet para diversão. Nesta altura faço o possível para reduzir o uso da Internet nesse domínio do entretenimento, da mesma forma que faço o possível para participar menos em festas e convívios. No tempo da Quaresma, adiamos estas circunstâncias para depois da Páscoa», explica Orlando Dias.


Viver A Páscoa

Em Comunidade


Para Tammy Chio, a dimensão sacrificial da Quaresma também vai para além dos cânones recomendados pela Igreja e traduz-se num gesto simples, mas significativo. Durante os quarenta dias de preparação para a Páscoa, a vice-diretora da Comissão Diocesana da Juventude abdica de café logo a seguir ao almoço, renunciando assim a um dos pequenos prazeres quotidianos que oferece a si mesma. «No meu caso pessoal, este ano, durante o período da Quaresma, deixei de tomar café logo após o almoço. Na Comissão Diocesana da Juventude procuramos transmitir a importância destes valores às crianças e aos jovens com os quais trabalhamos. Convocamos os jovens e procuramos fomentar algumas reflexões sobre o verdadeiro significado da morte de Cristo. Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, sacrificou-se por todos nós», acentua, em declarações a’O CLARIM.


A Comissão Diocesana da Juventude vai promover amanhã, 18 de Abril, no início da noite, um encontro com um grupo de jovens, com idades compreendidas entre os 13 e os 35 anos, que irá focar a dimensão Eucarística da Páscoa. A iniciativa, que se realiza pelo segundo ano consecutivo, tem como objectivo proporcionar aos mais jovens uma dimensão verdadeiramente católica do Mistério Pascal. «Vamos reunir para jejuarmos juntos. Depois, iremos ver um pequeno filme sobre a morte de Cristo e, de seguida, haverá um momento de oração e reflexão sobre o verdadeiro significado da Páscoa. Muitos destes jovens cresceram no seio de famílias não católicas e nem sempre é fácil para eles jejuar ou cumprir as normas da abstinência. Com esta iniciativa, esperamos oferecer-lhes uma vivência mais significativa da Sexta-feira Santa», refere Tammy Chio.


Uma Nova Vida

No Seio Da Igreja


Para seis jovens e adultos da Paróquia da Sé, a celebração do mistério da Paixão, Morte e Ressureição terá um significado ainda mais especial, pois irá permitir – por meio do Sacramento do Baptismo – entrarem em pleno na vida cristã. O batismo dos catecúmenos, explica o Padre Daniel Ribeiro, SCJ, era prática habitual na Igreja primitiva e atesta a vitalidade da vida da Igreja. «É uma tradição muito antiga que remonta aos primeiros séculos e que se mantém até hoje. Em muitos lugares, como em Portugal e no Brasil, como há poucos batismos de adultos, pois a maioria dos baptismos são de crianças, é algo que não vemos muito. Mas em lugares onde os cristãos são a minoria e não há muitas famílias católicas, há muitos casos de conversão na idade adulta. Os catecúmenos preparam-se, fazem três escrutínios na época da Quaresma, no que é uma apresentação à Comunidade, e normalmente recebem os três Sacramentos da iniciação cristã na mesma noite: o Baptismo, a Eucaristia (a Primeira Comunhão) e também o Crisma. Seis pessoas serão batizadas aqui na Sé. Destas seis, três vão receber o Baptismo, fazer a Primeira Comunhão e o Crisma. Outras duas não, por causa da idade», sublinha o vigário paroquial da Sé Catedral para a comunidade de língua portuguesa.


De acordo com o sacerdote, «por meio da Ressurreição, Jesus não volta somente a viver e a ganhar vida. Ele passa a existir de uma forma diferente, num estado de vida diferente, no qual a carne humana, o corpo humano, passa a viver na eternidade. Jesus antecipa aquilo que vai acontecer com cada um de nós. A nossa vida, aqui na Terra, precisa ser direcionada por algumas motivações; todos necessitamos de algum apoio e o maior apoio é esta certeza de que Deus nos cria para a eternidade», conclui.


Fonte de informação: O Clarim, Ano 77, No  46, 17 de Abril 2025



Faleceu o Padre José Fu, “um amigo dos pobres”

Antigo Vigário Paroquial Tinha 91 anos de idade


O Padre José Fu, antigo vigário paroquial de São Lourenço e São Lázaro, faleceu a 24 de Abril, no Centro Hospitalar Conde de São Januário. O sacerdote, nascido no território em 1934, morreu aos 91 anos de idade, vítima de doença prolongada.


Bom colega, amigo de toda a gente, em particular dos mais pobres. É assim que o Padre Luís Gonzaga Lo, antigo Chanceler da Diocese de Macau, recorda o Padre José Fu Chun.


Antigos companheiros de estudo no Seminário de São José, os dois sacerdotes foram ordenados a 26 de Junho de 1960. Depois de conferido o Sacramento da Ordem, o percurso dos dois Padres diocesanos só se voltaria a cruzar no início do actual milénio, quando a Diocese de Macau lhes confiou o cuidado pastoral dos fiéis de São Lázaro, Paróquia onde o Padre José Fu celebrou a sua última missa, a 12 de Outubro de 2014.


Dos anos partilhados no Seminário de São José, o Padre Luís Gonzaga Lo guarda a memória de alguém que era estimado por todos. «O Padre José Fu estudou comigo no Seminário de São José. Depois da ordenação, foi colocado nas paróquias a trabalhar, ao passo que eu ainda continuei no Seminário e, mais tarde, no Colégio. Só muito depois, por volta de 2005, voltei a trabalhar directamente com ele», lembrou, em declarações a’O CLARIM. «No Seminário, o Padre José Fu era muito bom aluno, muito bom colega. Era amigo de toda a gente. Fomos ordenados no mesmo dia, a 26 de Junho de 1960. Há mais de sessenta anos, portanto», acrescentou.

Após ter sido ordenado sacerdote, o Padre José Fu assumiu, em 1962, as funções de Vigário Paroquial na Igreja de São Lourenço, para onde foi sob nomeação do Bispo D. Paulo José Tavares. Na Paróquia de São Lourenço trabalhou com o Padre Manuel da Fonseca Moreira durante quase vinte anos, tendo-se notabilizado pelo trabalho que desenvolveu em prol dos mais pobres e vulneráveis.


«A sua morte é uma perda para a Diocese de Macau, pois foi um bom sacerdote. Ajudou muito os fiéis, quer na vida espiritual, quer na vida quotidiana. Em particular, ajudou muito os mais pobres. Era muito amigo dos pobres», acentuou o Padre Lo, complementando ainda: «Trabalhou com o Padre Lancelote no princípio da sua vida sacerdotal e, depois, manteve-se um bom amigo do Padre Lancelote durante a sua vida. Parece-me que isto é o mais importante. Muitas pessoas dizem que vão ter saudades dele, porque ajudou muito os pobres. Era como o Papa Francisco: um amigo dos pobres. Foi um homem justo e um homem recto».


Homenageado em 2020, por ocasiões dos sessenta anos da sua ordenação sacerdotal, o Padre José Fu manifestou-se feliz, durante uma conversa informal com O CLARIM, por verificar que há uma nova geração de jovens receptiva à vida sacerdotal. Mais importante do que considerar uma vocação, defendeu o sacerdote, é confiar sempre em Deus. «Aderir à vocação, perseverar até ao fim e cumprir com os próprios deveres. Somos Padres há tantos anos e sempre nos mantivemos fiéis ao nosso propósito. Como? Lembrando-nos sempre do propósito da nossa resposta à vocação e agarrando-nos a esse objectivo», disse na ocasião.


O falecido Padre José Fu
O falecido Padre José Fu

 Fonte de informação: O Clarim, Ano 78, No  1, 2 de Maio 2025



D. Stephen Lee presidiu a missa Pro Eligendo Romano Pontifice

Macau rezou pela eleição do novo Papa


Ao início da noite da terça-feira passada, dia 29 Abril, a Sé Catedral de Macau celebrou uma missa pela eleição do novo Papa. Uma semana após terem rezado com o Bispo D. Stephen Lee pela alma do Papa Francisco, os fiéis responderam de novo ao apelo da Cúria Diocesana e pediram que a luz divina iluminasse os Cardeais Eleitores na escolha do sucessor de Jorge Mário Bergoglio.

Presidida por D. Stephen Lee a Missa Pro Eligendo Romano Pontifice foi celebrada a menos de 24 horas do início do processo eleitoral para eleger o novo Papa. Na homilia que proferiu, o Bispo de Macau deixou um apelo aos católicos locais para acolherem de coração aberto o novo Santo Padre, tendo pedido que rezassem pelos Cardeais, para que fossem capazes de interpretar a orientação do Espírito Santo. «Aqui reunidos, peço-vos que rezem, em particular, pelo Conclave e pelos cardeais que vão escolher o novo Papa, para que possam discernir verdadeiramente a vontade de Deus», começou por afirmar D. Stephen Lee.

Na ocasião, o Prelado destacou a importância da oração, do amor cristão e da comunhão eclesial, lembrando que a Igreja é una, santa, católica e apostólica. Estes atributos – argumentou – identificam traços essenciais da Igreja e da sua missão. Aos católicos presentes, pediu que rezassem pela unidade da Igreja e evocou os ensinamentos de São Paulo, entre os quais, uma das mais significativas metáforas utilizadas pelo apóstolo nas suas epístolas.

São Paulo, autor da “Carta aos Efésios”, compara com frequência a Igreja a um corpo, convicto de que a Igreja é uma realidade compacta, visível na sua unidade e, ao mesmo tempo, rica em diversidade e coesa na comunhão e na obediência. Numa abordagem mais aprofundada à teologia do corpo eclesial, Paulo dá especial ênfase não apenas à importância de cada membro, mas à íntima relação que todos mantêm entre si, vinculados e obedientes “à cabeça”.

A obediência ao Papa, enquanto representante de Cristo na Terra, defendeu D. Stephen Lee, é um dever dos católicos e um garante da unidade da Igreja: «Somos todos pecadores. Ao longo da História da Igreja fomos testemunhas de incontáveis pecados, tão só e apenas porque somos todos pecadores. Ainda assim, a Igreja é Santa, porque a Igreja é uma dádiva de Deus. Nós, que formámos a Igreja, não somos perfeitos, mas o corpo de Cristo é perfeito».

Por mais de uma vez, o Prelado mostrou-se convicto de que Deus guia os Cardeais Eleitores, procurando serenar os fiéis: «São Pedro foi escolhido pelo próprio Jesus Cristo, e todos os Bispos foram escolhidos por São Pedro e pelos seus sucessores. Se olharmos para o passado, podemos rastrear toda a genealogia da Igreja. Esta tem uma natureza sobrehumana, na medida que é o resultado da orientação e da luz irradiada pelo Espírito Santo».

Por se tratar de um instrumento do Espírito Santo, a escolha do novo Pontífice escapa aos desígnios do Homem e não deve, por isso, ser alvo de especulação e apostas. O Bispo lembrou que a Igreja não se rege pelos mesmos preceitos do mundo secular: «A Igreja não é um partido político. A Igreja não se rege por uma qualquer ideologia social. A Igreja não é meramente uma organização que responde a circunstâncias mundanas ou a uma estrutura secular. Não nos importamos com quem possa vir a ser o novo Papa, uma vez que confiamos na orientação de Deus».

O mesmo apelo à fé em Deus e à confiança no Espírito Santo foi feito na quarta-feira, por D. Giovanni Battista Re, na Missa Pro Eligendo Romano Pontifice que antecedeu a abertura do Conclave. Na homilia, o Cardeal exortou os fiéis à oração confiante, à escuta atenta do Espírito Santo e ao cultivo da comunhão fraterna. Invocou ainda ao Espírito Santo para que os Cardeais elegessem um Papa de acordo com as necessidades da Igreja e da Humanidade, num momento tão complexo da História Universal. «Oremos para que Deus conceda à Igreja o Papa que melhor saiba despertar as consciências de todos e as energias morais e espirituais na sociedade actual, caracterizada por um grande progresso tecnológico, mas que tende a esquecer Deus. O mundo de hoje espera muito da Igreja para a salvaguarda dos valores fundamentais – humanos e espirituais – sem os quais a convivência humana nem será melhor, nem beneficiará as gerações futuras. Que a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, nos auxilie com sua materna intercessão, para que o Espírito Santo ilumine as mentes dos Cardeais Eleitores e os torne concordes na eleição do Papa de que o nosso tempo necessita», disse D. Giovanni Batista Re, citado pelo portal Vatican News.



Fonte de informação: O Clarim, Ano 78, No  2, 9 de Maio 2025



Festa de Nossa Senhora de Fátima: Macau de novo consagrado à Maria


«Ela nos ensinou a acolher a Palavra» Pe. Eduardo Emilio Agüero, SCJ


A Festa de Nossa Senhora de Fátima, cuja celebração teve início a 4 de Maio com a respectiva Novena, terminou na passada terça-feira, 13 de Maio, tendo o Bispo D. Stephen Lee abençoado toda a população de Macau com o Santíssimo Sacramento.

À semelhança de outros anos, as comemorações do 108.º Aniversário das Aparições de Fátima aos Pastorinhos arrancaram de manhã bem cedo, pelas 7 horas e 45, na Igreja da Sé Catedral. Foi celebrada uma Missa em Chinês, seguida de Exposição do Santíssimo e Adoração, e reza do Terço em Chinês e Português. À tarde foi celebrada Missa, na Igreja de São Domingos, presidida por D. Stephen Lee (igualmente nos dois idiomas), e realizou-se a tradicional Procissão até à Ermida da Penha. Por último, o Prelado consagrou Macau à Nossa Senhora de Fátima e abençoou as diferentes comunidades que vivem no Território.


Na missa que antecedeu o início da Procissão da imagem de Nossa Senhora de Fátima, D. Stephen Lee afirmou: «Nesta Festa de Nossa Senhora de Fátima, demonstramos muita alegria ao celebrarmos Missa Solene e ao levarmos a imagem de Nossa Senhora de Fátima, em longa procissão, até à igreja da Penha. Fazemo-lo com muita alegria, especialmente neste Ano de Jubileu».


Ao Padre Eduardo Emilio Agüero, SCJ, coube proferir a homilia em Português. O sacerdote começou igualmente por enfatizar o estado de espírito que se fazia sentir no interior da Igreja de São Domingos. «É uma alegria muito grande, para nós, celebrarmos hoje esta Festa de Nossa Senhora de Fátima», disse, acrescentando: «Maria é a mais Bem-aventurada pelo facto de ter acolhido a Sua Palavra – a Palavra de Deus – no seu coração. Essa é a virtude de Maria: acolheu-a e fê-la vida».

No mesmo sermão, o Padre Eduardo explicou a importância de Maria para a Humanidade: «Maria é a amada de Deus. Por isso, Deus a favoreceu com a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Com a Graça da Paixão de Cristo, ela é a Imaculada Conceição. Ela nos ensinou a acolher a Palavra».


Para o sacerdote, seguir o exemplo de Maria «é também o caminho do Cristão: o Espírito Santo nos santifica e nos transforma».


Embora não haja números oficiais, desde o fim da pandemia tem-se registado um aumento significativo de fiéis, curiosos, visitantes e turistas nas procissões que a Diocese de Macau organiza ao longo do ano. Na última terça-feira, a grande afluência de fiéis era notória pela massa humana que encheu o adro da igreja de São Domingos e o largo onde está localizada.


Alguns turistas provenientes de Portugal e de outros países ficaram surpreendidos ao verem o andor com a imagem de Nossa Senhora de Fátima, acompanhada por largas centenas de pessoas de diferentes nacionalidades. Houve mesmo quem tivesse acabado por se juntar à Procissão.


O Senhor Bispo D. Stephen Lee presidiu a missa da Festa de Nossa Senhora do Fatima
O Senhor Bispo D. Stephen Lee presidiu a missa da Festa de Nossa Senhora do Fatima

A Procissão da Estátua de N. Sra  de Fatima passando pelas ruas de Macau
A Procissão da Estátua de N. Sra  de Fatima passando pelas ruas de Macau

N. Sra  de Fatima na Capela de Penha
N. Sra  de Fatima na Capela de Penha

Fonte de informação: O Clarim, Ano 78, No  3, 16 de Maio 2025



Dia Diocesano do Acólito 


Convívio, espiritualidade e peregrinação à Penha


Mais de cinquenta jovens, com idades compreendidas entre os oito e os 23 anos, participaram no Dia Diocesano do Acólito. A jornada terminou com uma peregrinação, a pé, à Ermida de Nossa Senhora da Penha, onde foi observado um momento de Adoração Eucarística.


D. Stephen Lee exortou os acólitos que servem nas diferentes paróquias da Diocese de Macau a liderarem pelo exemplo e a agirem de forma a inspirar os demais jovens católicos do Território. O apelo foi feito pelo Prelado a 18 de Maio, durante a série de atividades que a Comissão Diocesana para as Vocações dedicou ao ministério do Acolitado e aos jovens que auxiliam nas celebrações litúrgicas das diferentes igrejas de Macau.


Subordinado ao tema “Uma Celebração Jubilar da Caridade – Unidos em Deus”, a celebração do Dia Diocesano do Acólito atraiu cerca de sessenta jovens, com idades compreendidas entre os oito e os 23 anos. A iniciativa teve como principal objectivo promover uma maior interacção e unidade entre os acólitos das nove paróquias da Diocese.


A jornada de fé começou com uma intervenção de D. Stephen Lee, que encorajou os jovens a manterem-se fiéis à fé de Cristo e aos ensinamentos da Igreja, e de fazerem do exercício da caridade, uma prática quotidiana. O Bispo de Macau instou ainda os acólitos a pugnarem pela excelência e a manterem o carácter e a generosidade, seja na prossecução dos estudos ou no modo como enfrentam e superam os desafios do dia-a-dia.


As atividades do Dia Diocesano do Acólito arrancaram nas instalações do Seminário de São José, com os participantes a sentarem-se à mesa com D. Stephen Lee para uma refeição. Depois do almoço, os jovens foram distribuídos por sete grupos, aos quais foram confiadas diferentes tarefas: dialogar com acólitos de outras paróquias, partilhar fotografias e resolver problemas com recursos limitados, num período de tempo previamente definido.


Depois do convívio, houve um momento de reflexão. Os mais de sessenta acólitos que responderam ao apelo da Diocese foram separados por idades e assistiram a um vídeo sobre vocações, antes de partilharem com os outros a sua própria experiência ao serviço da Igreja. O dia terminou com o grupo a rumar, em peregrinação, até à capela de Nossa Senhora da Penha, um dos dois locais designados pela Diocese como lugar de peregrinação no âmbito do Ano Jubilar da Esperança. Na ermida, os jovens participaram num momento de Adoração Eucarística, conduzido pelo Padre Paul Chan. Dirigindo-se aos acólitos, o sacerdote sublinhou que Deus os escolheu para auxiliarem nas celebrações litúrgicas, tendo-os exortado a confiar a sua vida a Deus Nosso Senhor.


O Senhor Bispo D. Stephen Lee com os acólitos no Siminário de S. José
O Senhor Bispo D. Stephen Lee com os acólitos no Siminário de S. José

Fonte de informação: O Clarim, Ano 78, No  5, 30 de Maio 2025



Centro Católico: A Diocese assinalou o fecho da cobertura do edifício


«Até o parafuso mais minúsculo representa o trabalho de alguém» D. Stephen Lee


O novo edifício do Centro Católico, localizado no cruzamento entre a Avenida da Praia Grande e a Rua do Campo, foi ontem oficialmente concluido, com o fecho da cobertura da infraestrutura.


A fim de assinalar o momento, o Bispo D. Stephen Lee presidiu à “Cerimónia da cobertura do Centro Católico”, que juntou responsáveis da empreitada, representantes do Banco Nacional Ultramarino, funcionários da Diocese de Macau e alguns convidados.


Para além da tradicional cerimónia de fecho da cobertura, D. Stephen Lee abençoou o edifício e todos os presentes, a quem dirigiu algumas palavras.

O Prelado agradeceu a todos os trabalhadores e gestores da construção do Centro Católico pelo seu contributo: «Nos últimos anos, especialmente durante o tempo do Covid, todos tiveram um importante papel nesta construção. Até o parafuso mais minúsculo representa o trabalho de alguém. Agradeço a todos os trabalhadores pelo contributo que vêm dando da melhor forma».


Prevê-se que o Centro Católico esteja concluído nos próximos seis meses. Tem como principal objectivo servir como polo informativo, principalmente em 2026, ano em que se comemora o 450.º aniversário da Diocese de Macau. O edifício irá albergar um centro de exposição, uma área reservada a alojamento – 130 quartos e um restaurante, destinados a peregrinos e visitantes com espírito de fé católica –, um auditório, uma sala polivalente e uma sala de conferências com capacidade para cerca de duzentas pessoas.


O Senhor Bispo Stephen Lee benzeu edifício do Centro Católico
O Senhor Bispo Stephen Lee benzeu edifício do Centro Católico

Fonte de informação: O Clarim, Ano 78, No  4, 23 de Maio 2025



O Chefe do Executivo encontrou-se com os Representantes Religiosos


Sam Hou Fai elogia o seu contributo para a harmonia social


O Chefe do Executivo encontrou-se com os representantes das várias associações religiosas de Macau, na última terça-feira. Durante o encontro, Sam Hou Fai abordou o desenvolvimento actual dos assuntos religiosos e a harmonia e estabilidade sociais, entre outros temas.


Sam Hou Fai começou por agradecer às diversas associações religiosas pelo apoio prestado ao trabalho do Governo, assim como o contributo dado à manutenção da harmonia e estabilidade sociais. Frisou ainda que, de acordo com o estipulado na Lei Básica, os residentes de Macau gozam de liberdade da crença religiosa, sendo que o Governo da RAEM sempre respeitou as diversas religiões.


Sam Hou Fai sublinhou que as associações de cariz religioso sempre aderiram ao espírito de fraternidade, inclusão e respeito mútuo, desempenhando um papel de estabilidade importante durante o estímulo do desenvolvimento social, esperando que as mesmas entidades continuem a transmitir energias positivas à população.


O mesmo responsável apontou igualmente que, desde 2021, as diversas associações religiosas têm co-organizado várias actividades culturais e de intercâmbio, o que tem gerado um reforço da interação e aprofundamento contínuo dos conhecimentos.


No encontro estiveram representantes de cinco ramos religiosos (Budismo, Cristianismo, Taoísmo, Islamismo e Bahá’í).


O Chefe do Executivo reuniu-se com os representantes de diversas religiões em Macau.
O Chefe do Executivo reuniu-se com os representantes de diversas religiões em Macau.

Fonte de informação: O Clarim, Ano 78, No 11, 11 de Julho 2025

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